Chefs on Fire IV
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https://goparity.com/projects/chefs-on-fire-iv-546

Chefs on Fire IV

Boutique festival multi premiado de gastronomia sustentável.
Resumo do investimento
Categoria de impacto
Economia verde
Tipo de investimento
Empréstimo
Juro anual
9
%
Prazo
12
meses
Nível de risco
A classificação de risco resulta da nossa avaliação de risco de crédito, que analisa a solidez financeira do promotor e a viabilidade do projeto. É apresentada de A+ (risco mais baixo) a D (risco mais elevado) e permite comparar projetos e tomar decisões informadas.
A
D
C

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Descrição
Impacto
Viabilidade financeira
Promotor

O que vai financiar?

A LOHAD desenvolve experiências únicas assentes no conceito de “hedonismo sustentável” — a convicção de que é possível proporcionar prazer de forma consciente e responsável.

Entre as suas áreas de atuação, a gastronomia tem assumido um papel central, não só como expressão cultural, mas também como ferramenta de transformação. O projeto mais emblemático é o Chefs on Fire, um festival gastronómico de referência que une talentos da cozinha contemporânea ao poder do fogo, da música ao vivo e de uma missão clara: criar um evento prazeroso, mas com impacto positivo no planeta.

Desde a primeira edição, integra práticas sustentáveis e aposta num modelo de menor escala, menor impacto ambiental e maior autenticidade, fazendo com que seja um caso de estudo na área dos eventos gastronómicos sustentáveis.

Esta campanha tem como objetivo apoiar a expansão internacional do Chefs on Fire e promover o framework do festival como case study de sustentabilidade no mercado gastronómico e como embaixador da cultura portuguesa.

Os fundos angariados serão usados para co-financiar a edição 2026 do evento Chefs on Fire São Paulo, contribuindo para custos essenciais de produção e operação. Estes custos incluem o aluguer do espaço, conceção do ambiente, produção técnica, logística geral, honorários dos chefs e ingredientes, equipamento de cozinha, produção gráfica, equipa de apoio ao evento, alojamento, viagens e transporte, licenças, impostos e seguros, ações de comunicação, captação de patrocinadores, medidas de sustentabilidade, operações de serviço e toda a equipa de produção envolvida.

A edição de São Paulo decorrerá ao longo de dois dias, com mais dez dias dedicados à montagem e desmontagem. Um jantar privado de chefs antecederá a abertura oficial, reunindo chefs, jornalistas, patrocinadores e parceiros estratégicos. O festival contará com uma “Zona Portugal” e um “Palco Portugal”, dedicados à apresentação de chefs portugueses, produtos nacionais e tradições culinárias.

Uma estratégia de comunicação abrangente irá dar apoio ao projeto, combinando meios tradicionais e digitais, influenciadores e parcerias estratégicas. O projeto inclui também medidas de sustentabilidade, como a redução do desperdício alimentar e a redistribuição para instituições de solidariedade locais.

Esta é a quarta campanha Goparity da LOHAD, após ter angariado com sucesso 750.000€ em Chefs on Fire I, II e III para financiar eventos em Portugal e Espanha.

Qual é o impacto?

Todos os festivais organizados pela Lohad seguem uma estratégia de sustentabilidade a cinco anos, com foco na melhoria contínua dos seus eventos (desenvolvida pela consultora Because Impacts). Essa estratégia aplica-se também à edição de São Paulo 2026 e concentra-se em sete áreas de ação identificadas: Alimentação responsável, Energia e emissões, Água e saneamento, Materiais e circularidade, Mobilidade e transporte, Comunidade e Reflorestação.

Direto

  • Alimentação responsável: A estratégia da Lohad procura dar prioridade a produtores locais e garantir o fornecimento a partir da região, trabalhando com chefs no desenvolvimento de receitas de baixo desperdício, na criação de estações de compostagem e reciclagem e em parcerias com instituições sociais para doação de alimentos após o festival. Nesta edição, será utilizada uma aplicação de bilhética para gerir, em tempo real, as necessidades de produção, estando também prevista uma parceria com o Banco Alimentar de São Paulo para doar os excedentes alimentares.
  • Energia e emissões: O objetivo é consumir 100% de energia proveniente de fontes renováveis e reduzir em 90% as emissões de gases com efeito de estufa até 2030, através da transição para equipamentos eficientes, uso de baterias verdes e compensação de carbono das emissões do festival.
  • Água e saneamento: As metas passam por reduzir o consumo de água em 50% até 2023 e aumentar a sua reutilização durante os festivais. Serão instaladas sanitas de baixo caudal, chuveiros e torneiras que reduzem o uso de água, além de um sistema de reaproveitamento de águas residuais que permitirá reutilizá-las para limpeza.
  • Materiais e circularidade: O festival pretende eliminar o uso de plástico descartável, alcançar uma taxa de reciclagem de 100% e tornar-se totalmente circular até 2030, através da utilização de utensílios biodegradáveis, da disponibilização de estações de compostagem e reciclagem e do estabelecimento de parcerias externas para monitorizar o desempenho relativamente aos materiais utilizados.
  • Mobilidade e transporte: O objetivo é reduzir em 55% as emissões de GEE associadas ao transporte de pessoas e utilização de equipamentos até 2030, promovendo alternativas sustentáveis de mobilidade e estadia durante o festival.
  • Comunidade: O festival acredita numa forte ligação com a comunidade e na acessibilidade para todos. Serão oferecidos bilhetes gratuitos à população local, garantindo o seu acesso ao festival e aos workshops de cozinha responsável.
  • Promoção de empregos verdes: Este financiamento permitirá a criação de 420 postos de trabalho diretos e indiretos, dos quais 8 integrarão a estrutura permanente da empresa.

Indireto

  • Reflorestação para neutralidade de impacto: Sendo um festival assente na cozinha a fogo, é utilizado o recurso a madeira. Por essa razão, são plantadas árvores em quantidade superior à madeira consumida em cada evento, garantindo uma reflorestação anual superior ao consumo. Até à data, já foram plantadas mais de 700 árvores pela equipa do Chefs on Fire, em cooperação com a Câmara Municipal de Cascais para as edições portuguesas, e 300 árvores em colaboração com a Universidade Complutense para a edição espanhola.

Indicadores de impacto

CO2 evitado por ano
energia limpa
8
criado pelos nossos projetos
de sustentável
impactadas

Contribuição para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Sobre o promotor

About
L.O.H.A.D, LDA

Todos os festivais organizados pela Lohad seguem uma estratégia de sustentabilidade a cinco anos, com foco na melhoria contínua dos seus eventos (desenvolvida pela consultora Because Impacts). Essa estratégia aplica-se também à edição de São Paulo 2026 e concentra-se em sete áreas de ação identificadas: Alimentação responsável, Energia e emissões, Água e saneamento, Materiais e circularidade, Mobilidade e transporte, Comunidade e Reflorestação.

Direto

  • Alimentação responsável: A estratégia da Lohad procura dar prioridade a produtores locais e garantir o fornecimento a partir da região, trabalhando com chefs no desenvolvimento de receitas de baixo desperdício, na criação de estações de compostagem e reciclagem e em parcerias com instituições sociais para doação de alimentos após o festival. Nesta edição, será utilizada uma aplicação de bilhética para gerir, em tempo real, as necessidades de produção, estando também prevista uma parceria com o Banco Alimentar de São Paulo para doar os excedentes alimentares.
  • Energia e emissões: O objetivo é consumir 100% de energia proveniente de fontes renováveis e reduzir em 90% as emissões de gases com efeito de estufa até 2030, através da transição para equipamentos eficientes, uso de baterias verdes e compensação de carbono das emissões do festival.
  • Água e saneamento: As metas passam por reduzir o consumo de água em 50% até 2023 e aumentar a sua reutilização durante os festivais. Serão instaladas sanitas de baixo caudal, chuveiros e torneiras que reduzem o uso de água, além de um sistema de reaproveitamento de águas residuais que permitirá reutilizá-las para limpeza.
  • Materiais e circularidade: O festival pretende eliminar o uso de plástico descartável, alcançar uma taxa de reciclagem de 100% e tornar-se totalmente circular até 2030, através da utilização de utensílios biodegradáveis, da disponibilização de estações de compostagem e reciclagem e do estabelecimento de parcerias externas para monitorizar o desempenho relativamente aos materiais utilizados.
  • Mobilidade e transporte: O objetivo é reduzir em 55% as emissões de GEE associadas ao transporte de pessoas e utilização de equipamentos até 2030, promovendo alternativas sustentáveis de mobilidade e estadia durante o festival.
  • Comunidade: O festival acredita numa forte ligação com a comunidade e na acessibilidade para todos. Serão oferecidos bilhetes gratuitos à população local, garantindo o seu acesso ao festival e aos workshops de cozinha responsável.
  • Promoção de empregos verdes: Este financiamento permitirá a criação de 420 postos de trabalho diretos e indiretos, dos quais 8 integrarão a estrutura permanente da empresa.

Indireto

  • Reflorestação para neutralidade de impacto: Sendo um festival assente na cozinha a fogo, é utilizado o recurso a madeira. Por essa razão, são plantadas árvores em quantidade superior à madeira consumida em cada evento, garantindo uma reflorestação anual superior ao consumo. Até à data, já foram plantadas mais de 700 árvores pela equipa do Chefs on Fire, em cooperação com a Câmara Municipal de Cascais para as edições portuguesas, e 300 árvores em colaboração com a Universidade Complutense para a edição espanhola.

Website do promotor

https://www.chefsonfire.pt

Equipa

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Modelo de negócio

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do objetivo

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Mínimo

50000000

Objetivo

50000000

Máximo

Fechado

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