
Resumo do investimento
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Com mais de 8 anos de experiência no setor das energias renováveis, o grupo SolarPipo é um balcão único para projetos de energia solar no Uganda, especializado no setor dos laticínios. A empresa funciona como um intermediário, aliviando o processo de eletrificação de cooperativas de laticínios no Uganda com recurso a energia solar (aquisição e instalação de sistemas fotovoltaicos para produção de eletricidade para frigoríficos, bombas de água, entre outros).
Os fundos angariados através desta campanha serão utilizados para financiar um projeto energético na Cooperativa leiteira Baitambogwe Dairy no Uganda. O projeto tem como objetivo a substituição de um gerador a gasóleo por uma central solar com 15 KVA; a aquisição de um frigorífico para arrefecimento do leite com 2.000L (380V e 1,1 kW) alimentado a energia solar; e a substituição de uma máquina de processamento de iogurte para um equipamento alimentado a energia solar. Além de garantir acesso a energia limpa num país onde a eletricidade é produzida maioritariamente com recurso a carvão e geradores de gasóleo, este projeto reduzirá o custo de arrefecimento do leite, tornando a energia mais acessível para os produtores de leite.
A Cooperativa Baitambogwe iniciou-se em 2002 como um grupo informal de pequenos agricultores, tendo-se tornado numa associação em 2005, sendo a maior parte dos seus recursos obtidos com ajuda da organização sem fins lucrativos Heifer International. Em 2010, quando este apoio chegou ao fim, a associação conseguiu manter a sua operação com recurso a quotas dos seus membros, capital social, venda de animais e de leite.
Em 2012, a Cooperativa foi formalmente criada por 140 membros, tendo-se tornado cada vez mais popular nas comunidades onde opera. Em 2019, obteve um empréstimo de UGX 20M (€ 4.500) da organização Suíça sem fins lucrativos ECLOF e um subsídio de UGX 150 (€ 34.423) da Fundação Private Sector Foundation Uganda.
Atualmente, com 536 membros, o seu produto mais relevante é o leite, detendo três arcas frigoríficas com uma capacidade de 80L, 400L e 1.000L. Estes frigoríficos estão localizados na câmara de Magamaga, sendo utilizados pelos produtores e vendedores de leite e iogurte.

Este projeto na Cooperativa de Leite Baitambogwe no Uganda terá um impacto muito positivo no ambiente e na população do país (tanto nos produtores como na população servida pela cooperativa).
Impacto Ambiental
A mudança para energia solar reduzirá o consumo de gasóleo em 7.300 litros por ano. Cada litro emite 2,64kg de dióxido de carbono. Como tal, este projeto permitirá evitar a emissão de cerca de 19,3 toneladas de CO2 por ano, o equivalente a plantar 877 árvores.
Impacto Social
Estima-se que 37% da população do Uganda vive abaixo do limiar da pobreza (com menos de US$ 1,90 por dia). No entanto, é um dos países Africanos que acolhe mais refugiados. Este projeto permitirá melhorar a qualidade de vida dos membros da cooperativa e da população que esta serve.
Melhores condições de trabalho: a melhoria das condições de iluminação em torno da central, através da instalação de luzes de segurança no exterior, permitirá aos vendedores de rua trabalhar durante mais horas.
Mais condições de saúde para a população: atualmente, vivem mais de 5.000 pessoas em Gomba e Mayuge, as regiões fornecidas pela Cooperativa. Estas pessoas irão beneficiar de um produto com elevado valor nutricional, o que contribuirá para ajudar a combater os problemas de malnutrição em crianças e adultos.
Maior autonomia financeira: o rendimento atual dos produtores de leite não é suficiente para garantir a sua autonomia financeira. O aumento da eficiência energética e da capacidade de refrigeração permitirá à cooperativa comprar mais leite e, consequentemente, gerará um aumento do lucro dos 536 agricultores estimado em 50%, permitindo-lhes uma vida mais sustentável.
Igualdade de género: a formação para a operação do sistema solar dará prioridade às 268 mulheres que são membros da cooperativa. Além disso, 45% dos cargos de liderança da Cooperativa Baitambogwe são ocupados por mulheres. Este projeto incentiva assim as mulheres a assumir posições de liderança. Adicionalmente, aliviará o peso do trabalho para as mulheres que atualmente têm que transportar o leite para centros de arrefecimento distantes.
Geração de emprego: a construção de infraestruturas fiáveis e sustentáveis motiva mais agricultores a criarem negócios lucrativos no setor dos laticínios no Uganda, gerando postos de trabalhos diretos e indiretos (estimativa está nos 1.000). Adicionalmente, vários trabalhos técnicos serão criados no setor da energia solar e locais serão treinados para a operação e manutenção dos painéis solares.



Este projeto na Cooperativa de Leite Baitambogwe no Uganda terá um impacto muito positivo no ambiente e na população do país (tanto nos produtores como na população servida pela cooperativa).
Impacto Ambiental
A mudança para energia solar reduzirá o consumo de gasóleo em 7.300 litros por ano. Cada litro emite 2,64kg de dióxido de carbono. Como tal, este projeto permitirá evitar a emissão de cerca de 19,3 toneladas de CO2 por ano, o equivalente a plantar 877 árvores.
Impacto Social
Estima-se que 37% da população do Uganda vive abaixo do limiar da pobreza (com menos de US$ 1,90 por dia). No entanto, é um dos países Africanos que acolhe mais refugiados. Este projeto permitirá melhorar a qualidade de vida dos membros da cooperativa e da população que esta serve.
Melhores condições de trabalho: a melhoria das condições de iluminação em torno da central, através da instalação de luzes de segurança no exterior, permitirá aos vendedores de rua trabalhar durante mais horas.
Mais condições de saúde para a população: atualmente, vivem mais de 5.000 pessoas em Gomba e Mayuge, as regiões fornecidas pela Cooperativa. Estas pessoas irão beneficiar de um produto com elevado valor nutricional, o que contribuirá para ajudar a combater os problemas de malnutrição em crianças e adultos.
Maior autonomia financeira: o rendimento atual dos produtores de leite não é suficiente para garantir a sua autonomia financeira. O aumento da eficiência energética e da capacidade de refrigeração permitirá à cooperativa comprar mais leite e, consequentemente, gerará um aumento do lucro dos 536 agricultores estimado em 50%, permitindo-lhes uma vida mais sustentável.
Igualdade de género: a formação para a operação do sistema solar dará prioridade às 268 mulheres que são membros da cooperativa. Além disso, 45% dos cargos de liderança da Cooperativa Baitambogwe são ocupados por mulheres. Este projeto incentiva assim as mulheres a assumir posições de liderança. Adicionalmente, aliviará o peso do trabalho para as mulheres que atualmente têm que transportar o leite para centros de arrefecimento distantes.
Geração de emprego: a construção de infraestruturas fiáveis e sustentáveis motiva mais agricultores a criarem negócios lucrativos no setor dos laticínios no Uganda, gerando postos de trabalhos diretos e indiretos (estimativa está nos 1.000). Adicionalmente, vários trabalhos técnicos serão criados no setor da energia solar e locais serão treinados para a operação e manutenção dos painéis solares.
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