
Resumo do investimento
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Nos últimos vinte anos, Belver, uma pequena localidade na região do Alentejo, em Portugal, foi devastada por quatro incêndios (um em 2003, um em 2005 e dois em 2017) que causaram danos sociais, económicos e ambientais à região. Em 2017, estima-se que cerca de 85% da área florestal da localidade tenha sido queimada (aproximadamente 5.400 ha).

Após os incêndios de 2017, a Terras de Guidintesta – Sociedade para o Desenvolvimento Rural, em parceria com a Associação de Produtores Florestais da Freguesia de Belver, iniciou um projeto para reflorestar a área sob a sua gestão (cerca de 600 ha, que inclui mais de 1.600 edifícios rurais pertencentes a mais de 130 pequenos proprietários) com uma floresta mais resiliente e sustentável, tanto economicamente quanto ambientalmente.
Assim nasceu o projeto "Reflorestar Belver", com o objetivo de plantar cerca de 270 mil árvores. O primeiro projeto requer um investimento total de cerca de 400 mil euros, dos quais 75% serão financiados por um subsídio direto do PDR2020 (Programa de Desenvolvimento Rural da União Europeia). O promotor cofinanciará o montante restante através de empréstimos da Goparity e dos próprios recursos dos pequenos proprietários.
Dado que as plantações dependem das condições meteorológicas (por exemplo, é aconselhável plantar em outubro), o investimento será realizado ao longo de vários anos. Por esse motivo, os empréstimos na Goparity serão divididos em várias campanhas. A primeira ocorreu em janeiro de 2020, permitindo arrecadar 50 mil euros em menos de 24 horas por 123 investidores.
Este montante foi utilizado em ações de limpeza (por exemplo, para remover árvores queimadas) e preparação do terreno para a plantação. Até agora, foram intervencionados 50 ha.
O valor angariado através desta segunda campanha será utilizado para iniciar a plantação, prevista para começar em outubro, após alguns atrasos devido ao surto de Covid-19. As espécies nativas serão privilegiadas (principalmente pinheiro-bravo, mas também sobreiro e medronheiro).
Ambiental:
Absorção de 5.940 toneladas de CO2 por ano, através da plantação de cerca de 270.000 árvores autóctones - pinheiro manso, sobreiro e medronho;
Recuperação de cerca de 600 ha ardidos, através da plantação e exploração dos recursos endógenos. Para além da plantação de árvores, este projeto pressupõe, igualmente, a exploração de um rebanho de caprinos e componentes de apicultura e de agricultura;
Preservação e fomento da vida selvagem e da biodiversidade, através da preservação de pequenos núcleos de regeneração natural de espécies autóctones sempre que estas existam.
Social:
Envolvimento pleno da comunidade de mais de 130 pequenos proprietários, que são maioritariamente pessoas de idade avançada;
Melhoria da situação económica dos pequenos proprietários através das receitas que advêm da venda dos produtos florestais;
Desenvolvimento da economia local, privilegiando as empresas locais para a realização do projeto.
Geração de novos postos de trabalho: no futuro prevê-se a necessidade de pelo menos 5 postos de trabalho, que, numa segunda fase, aumentarão para 10. Para além destes postos de trabalho fixo, haverá também a necessidade de contratar pessoas para trabalhos sazonais (colheitas).



Ambiental:
Absorção de 5.940 toneladas de CO2 por ano, através da plantação de cerca de 270.000 árvores autóctones - pinheiro manso, sobreiro e medronho;
Recuperação de cerca de 600 ha ardidos, através da plantação e exploração dos recursos endógenos. Para além da plantação de árvores, este projeto pressupõe, igualmente, a exploração de um rebanho de caprinos e componentes de apicultura e de agricultura;
Preservação e fomento da vida selvagem e da biodiversidade, através da preservação de pequenos núcleos de regeneração natural de espécies autóctones sempre que estas existam.
Social:
Envolvimento pleno da comunidade de mais de 130 pequenos proprietários, que são maioritariamente pessoas de idade avançada;
Melhoria da situação económica dos pequenos proprietários através das receitas que advêm da venda dos produtos florestais;
Desenvolvimento da economia local, privilegiando as empresas locais para a realização do projeto.
Geração de novos postos de trabalho: no futuro prevê-se a necessidade de pelo menos 5 postos de trabalho, que, numa segunda fase, aumentarão para 10. Para além destes postos de trabalho fixo, haverá também a necessidade de contratar pessoas para trabalhos sazonais (colheitas).
Website do promotor
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