Projetos

Hortas Verticais Lisboa

100% Montante confirmado = € 30.000,00
Montante reservado = € 0,00
€ 30.000,00
100% Financiado
2 yr

Prazo

5.1%

TANB

12 meses

Período de Carência

mensal

periodicidade

C+

rating

smart_sustainable_cities

Cidades inteligentes e sustentáveis

2. Acabar com a Fome

SDG 2. Acabar com a Fome

11. Cidades e comunidades sustentáveis

SDG 11. Cidades e comunidades sustentáveis

12. Produção e Consumo Sustentáveis

SDG 12. Produção e Consumo Sustentáveis

Sistema inovador de hortas verticais em Lisboa.

Impacto

A visão da Reculture é a de um mundo em que todas as pessoas podem cultivar a sua própria comida da forma mais sustentável e eficiente.

Impacto ambiental

  • Redução da dependência de fertilizantes sintéticos, pesticidas e herbicidas;

  • Promoção da produção e consumo locais, através da criação de um sistema cooperante que evita a dependência de grandes retalhistas;

  • Redução de emissões de CO2, por comparação com a agricultura tradicional (emissões maioritariamente do transporte) e com os sistemas verticais tradicionais que requerem luz artificial (redução de 50% nas necessidades energéticas com climatização, ar condicionado, humidificadores);

  • Poupança de água (redução de 90% face a agricultura tradicional), ao permitir um rendimento dez vezes superior por m2 (€1.250/m2/ano, assumindo €10/kg), utilizando;

  • Menor vulnerabilidade perante alterações climáticas, por comparação com técnicas de cultivo orgânicas e amigas do ambiente, que não garantem escalabilidade para dar resposta a procura global;

  • Redução de pressão sobre exploração da terra, imposta pela agricultura tradicional.

Impacto social

  • Educação alimentar, através de eventos e workshops que juntam as comunidades impactadas;

  • Melhoria da qualidade, variedade e valor nutricional dos alimentos, num país onde um terço das crianças tem excesso de peso, um décimo das famílias sofre de insegurança alimentar e metade não ingere a dose diária recomendada de fruta e vegetais frescos;

  • Inovação alimentar: globalmente, cerca de 1 bilião de toneladas de comida são desperdiçados por ano, o que significa um desperdício de cerca de um terço das terras agrícolas, três biliões de toneladas de gases com efeito de estufa e cerca de 750 biliões USD por ano. Centros sustentáveis de microprodução nos corações das cidades permitirão reduzir o desperdício e trazer soberania alimentar para todos.

Informação do Projeto

O objetivo da Reculture é trazer para a Europa um sistema inovador de hortas verticais desenvolvido em Singapura, que permitirá às cidades cultivar os seus alimentos de forma sustentável e rentável. O sistema consiste numa torre de 6 metros de altura com potencial para produzir 100 kg de vegetais verdes por mês em apenas 8 m2 de terra. Os vegetais são plantados em tabuleiros rotativos, permitindo a todas as plantas ter o mesmo nível de exposição solar, podendo ser cultivadas em estufas, sem a necessidade de recorrer a sistemas de iluminação ou de climatização caros, podendo todo o trabalho ser realizado no solo.

Estes sistemas são, assim, uma solução simples para os desafios da produção e consumo sustentáveis.

A primeira torre a chegar à Europa, o que está previsto para o próximo mês, será instalada no Museu de Lisboa, nos jardins do Palácio Pimenta, no âmbito de uma exposição sobre o futuro da alimentação e agricultura em Lisboa (Hortas de Lisboa), como parte do Programa Lisboa Capital Verde 2020. Esta exposição será utilizada como uma montra do projeto para demonstrar as torres em operação e o seu potencial para transformar o sistema urbano de alimentação.

Além da torre, a exposição incluirá renders de oito localizações onde futuras torres poderiam efetivamente ser instaladas, cada uma no seu “Food Temple” (o nome para o local criado à medida, que integra além da torre, uma zona pedagógica, e outra zona para preparação e consumo da comida, preparada a partir dos produtos cultivados na torre). O objetivo não é apenas imaginar, mas demonstrar o potencial das torres para tornar a cidade de Lisboa mais sustentável, mais saudável e mais resiliente.

Viabilidade financeira

Os fundos angariados através desta campanha serão utilizados para: compra, transporte e instalação da primeira Torre; composto e plantas bebés para plantação e cultivo; venda e distribuição local; custos com marketing. Será o capital circulante necessário para garantir investimento adicional e/ou o contrato para 16 torres até maio de 2021. As receitas da torre (estimativa de 8.000€ líquidos por mês), que será instalada no Museu de Lisboa, permitirão cobrir os custos operacionais e pagar o empréstimo. Adicionalmente, o promotor está a desenvolver uma campanha de crowdfunding baseada em recompensas com o Circular Innovation Lab, com o objetivo de angariar 20.000€ em seis meses; garantiu recentemente uma bolsa da Câmara Municipal de Lisboa BIP/ZIP grant de 75.000€ que será utilizada para pagar a instalação e gestão de quatro torres adicionais em Alvalade em colaboração com a Junta de Freguesia.

100% Financiado
2 yr

Prazo

5.1%

TANB

12 meses

Período de Carência

mensal

periodicidade

C+

rating

smart_sustainable_cities

Cidades inteligentes e sustentáveis

2. Acabar com a Fome

SDG 2. Acabar com a Fome

11. Cidades e comunidades sustentáveis

SDG 11. Cidades e comunidades sustentáveis

12. Produção e Consumo Sustentáveis

SDG 12. Produção e Consumo Sustentáveis

Sistema inovador de hortas verticais em Lisboa.

100% Montante confirmado = € 30.000,00
Montante reservado = € 0,00
€ 30.000,00

Impacto

A visão da Reculture é a de um mundo em que todas as pessoas podem cultivar a sua própria comida da forma mais sustentável e eficiente.

Impacto ambiental

  • Redução da dependência de fertilizantes sintéticos, pesticidas e herbicidas;

  • Promoção da produção e consumo locais, através da criação de um sistema cooperante que evita a dependência de grandes retalhistas;

  • Redução de emissões de CO2, por comparação com a agricultura tradicional (emissões maioritariamente do transporte) e com os sistemas verticais tradicionais que requerem luz artificial (redução de 50% nas necessidades energéticas com climatização, ar condicionado, humidificadores);

  • Poupança de água (redução de 90% face a agricultura tradicional), ao permitir um rendimento dez vezes superior por m2 (€1.250/m2/ano, assumindo €10/kg), utilizando;

  • Menor vulnerabilidade perante alterações climáticas, por comparação com técnicas de cultivo orgânicas e amigas do ambiente, que não garantem escalabilidade para dar resposta a procura global;

  • Redução de pressão sobre exploração da terra, imposta pela agricultura tradicional.

Impacto social

  • Educação alimentar, através de eventos e workshops que juntam as comunidades impactadas;

  • Melhoria da qualidade, variedade e valor nutricional dos alimentos, num país onde um terço das crianças tem excesso de peso, um décimo das famílias sofre de insegurança alimentar e metade não ingere a dose diária recomendada de fruta e vegetais frescos;

  • Inovação alimentar: globalmente, cerca de 1 bilião de toneladas de comida são desperdiçados por ano, o que significa um desperdício de cerca de um terço das terras agrícolas, três biliões de toneladas de gases com efeito de estufa e cerca de 750 biliões USD por ano. Centros sustentáveis de microprodução nos corações das cidades permitirão reduzir o desperdício e trazer soberania alimentar para todos.

Informação do Projeto

O objetivo da Reculture é trazer para a Europa um sistema inovador de hortas verticais desenvolvido em Singapura, que permitirá às cidades cultivar os seus alimentos de forma sustentável e rentável. O sistema consiste numa torre de 6 metros de altura com potencial para produzir 100 kg de vegetais verdes por mês em apenas 8 m2 de terra. Os vegetais são plantados em tabuleiros rotativos, permitindo a todas as plantas ter o mesmo nível de exposição solar, podendo ser cultivadas em estufas, sem a necessidade de recorrer a sistemas de iluminação ou de climatização caros, podendo todo o trabalho ser realizado no solo.

Estes sistemas são, assim, uma solução simples para os desafios da produção e consumo sustentáveis.

A primeira torre a chegar à Europa, o que está previsto para o próximo mês, será instalada no Museu de Lisboa, nos jardins do Palácio Pimenta, no âmbito de uma exposição sobre o futuro da alimentação e agricultura em Lisboa (Hortas de Lisboa), como parte do Programa Lisboa Capital Verde 2020. Esta exposição será utilizada como uma montra do projeto para demonstrar as torres em operação e o seu potencial para transformar o sistema urbano de alimentação.

Além da torre, a exposição incluirá renders de oito localizações onde futuras torres poderiam efetivamente ser instaladas, cada uma no seu “Food Temple” (o nome para o local criado à medida, que integra além da torre, uma zona pedagógica, e outra zona para preparação e consumo da comida, preparada a partir dos produtos cultivados na torre). O objetivo não é apenas imaginar, mas demonstrar o potencial das torres para tornar a cidade de Lisboa mais sustentável, mais saudável e mais resiliente.

Viabilidade financeira

Os fundos angariados através desta campanha serão utilizados para: compra, transporte e instalação da primeira Torre; composto e plantas bebés para plantação e cultivo; venda e distribuição local; custos com marketing. Será o capital circulante necessário para garantir investimento adicional e/ou o contrato para 16 torres até maio de 2021. As receitas da torre (estimativa de 8.000€ líquidos por mês), que será instalada no Museu de Lisboa, permitirão cobrir os custos operacionais e pagar o empréstimo. Adicionalmente, o promotor está a desenvolver uma campanha de crowdfunding baseada em recompensas com o Circular Innovation Lab, com o objetivo de angariar 20.000€ em seis meses; garantiu recentemente uma bolsa da Câmara Municipal de Lisboa BIP/ZIP grant de 75.000€ que será utilizada para pagar a instalação e gestão de quatro torres adicionais em Alvalade em colaboração com a Junta de Freguesia.

ABUNDANTQUOTIDIAN - ASSOCIAÇÃO

Ativo desde
2020
País fiscal
Portugal
Com operações em
Portugal
Indústria
Agricultura
Empréstimos GoParity
1
Website
Sobre ABUNDANTQUOTIDIAN - ASSOCIAÇÃO

A Reculture é o resultado de uma colaboração entre o estúdio de arquitetura Parto Atelier e o empreendedor social Bruno Lacey. Juntos, têm as competências necessárias de desenvolvimento de negócio, design, planeamento urbano, horticultura e dinamização de comunidade. Em junho, assinaram um contrato de distribuição para a Península Ibérica com a Sky Greens, a única empresa no Mundo a desenvolver hortas verticais em torres rotativas.


O nome legal do promotor é Associação ABUNDANTQUOTIDIAN (AQ). O contrato de distribuição exclusivo para a Península Ibérica foi assinado até agosto de 2021, com expectativa de continuidade, caso sejam cumpridos os objetivos de venda. A tecnologia, apoiada em dez anos de desenvolvimento de produto, fornece os meios para criar uma revolução alimentar urbana. A AQ pretende criar centenas de micro quintas urbanas nos corações das comunidades. O plano não é apenas vender a infraestrutura, mas oferecer “agricultura como um serviço”, dando poder às pessoas e às comunidades locais para crescerem os seus próprios alimentos orgânicos e de qualidade de forma sustentável (ambiental e financeira).

Food Temple - será utilizado para demonstrar o potencial da tecnologia; experimentar diferentes técnicas e ciclos de cultivo, colheitas, espécies, sistemas de embalagem e distribuição; celebrar o cultivo e os momentos de refeição. Incluirá uma cozinha e área para jantar para que os visitantes possam aprender e usufruir das colheitas que produziram em comunidade, da semente ao prato.

Agricultura como um serviço – usando o “Food Temple” como local de experimentação, o promotor desenvolverá soluções chave na mão para tornar a agricultura urbana acessível e lucrativa, apoiando potenciais clientes do desenho à instalação, fornecendo materiais, abastecimento (composto, sementes, plantas e embalagens) e contratos de manutenção. Também desenvolverá uma plataforma online que junta agricultores a mercados potenciais, oferecendo serviços de venda e distribuição para colheitas e produtos derivados (por exemplo, compotas, ervas secas, sabonetes, etc).

Modelo cooperativo – tudo isto assenta num modelo de cooperativa, no qual fornecedores e clientes são membros. Todas as ferramentas, técnicas e materiais estarão abertas a todos (com exceção das torres), e todas as partes serão convidadas a participar e colaborar na experimentação de forma a otimizar as técnicas, através da partilha de informação. Os benefícios partilhados permitirão criar um sistema de produção e distribuição alimentar resiliente e colaborativo.

O Modelo de Negócio

Uma torre de 6 metros custa cerca de 10.000 €, enquanto estimativas conservadoras sugerem receitas anuais de cerca de 10.000 €, assumindo preço de retalho. Os custos operacionais variam de acordo com a dimensão da instalação, o local de venda, a distribuição, custos com marketing e outras despesas. Assim, é seguro assumir que, no final do segundo ano, o investimento inicial será recuperado. A colheita do primeiro ano (outono de 2020-21) fornecerá os dados necessários para finalizar o modelo financeiro. No entanto, mesmo que as vendas sejam metade do previsto (o que, em si, já é uma perspetiva conservadora), pode assumir-se um retorno de 3 a 4 anos com segurança.

O promotor irá vender, principalmente, agricultura como um serviço, podendo fornecer os seguintes segmentos:

  • Instituições que alimentam um grande número de pessoas (como escolas, universidades, hospitais, prisões, lares, empresas com cantinas ou outras organizações estatais ou caridades com benefício comunitário). Estas instituições, que serão os investidores iniciais numa torre, poderão usufruir das suas próprias colheitas, com necessidades mínimas de embalagem e transporte, o que lhes permitirá alimentar as suas comunidades de forma mais sustentável e saudável, enquanto poupam dinheiro;

  • Supermercados ou outros retalhistas, procurando diferenciar-se;

  • Restaurantes que valorizam a frescura, sabor e variedade das colheitas (característica indisponíveis em supermercados grossistas), bem como a narrativa da inovação, sustentabilidade e produção local;

  • Sob pedido, trabalhando com chefs para fabricar menus sazonais em torno dos produtos. Embalagens “lixo zero” e sem emissões, devido à infraestrutura simples de distribuição poderão ser desenvolvidas

  • Consumidores individuais, o que requer um ponto de venda ou entrega.

Trajetória

O Bruno passou os últimos sete anos como fundador do Urban Growth, uma empresa social que se dedica ao desenvolvimento de espaços verdes comunitários em Londres, de forma a tornar a cidade mais verde e mais saudável. Tendo-se mudado para Lisboa em 2019, conheceu o atelier de arquitetura Parto Atelier, enquanto instalava “paredes verdes” para clientes como o Centro Cultural de Cabo Verde. Aquando do surto de Covid-19, juntaram-se para cumprir a sua visão de uma Lisboa mais justa, mais sustentável, mais saudável e mais resiliente. Em junho, assinaram um acordo de distribuição exclusivo com a Sky Greens e, em poucas semanas, tinham submetido uma candidatura ao Programa BIP/ZIP Lisboa para obter um subsídio de 75.000€, e garantido um jardim no Museu de Lisboa como o local da sua primeira torre vertical rotativa na Europa.

O projeto está assim bem situado para usufruir de programas de apoio agri-tech e start-ups sustentáveis, como é o caso do MazeX (a aguardar abertura), o Gulbenkian’s Sustentabilidade on Call (aplicação feita) e EIT Food (candidatura bem sucedida para obter €2.400 para suportar custos legais).

As quatro torres que serão instaladas em Alvalade serão totalmente financiados pela Câmara Municipal de Lisboa (75.000€) em conjunto com a Junta de Freguesia de Alvalade. A unidade que será instalada no Museu de Lisboa, e que será o centro da exposição que se prolongará durante um ano, será financiada através da campanha da GoParity.

Os dois locais funcionarão como uma demonstração concreta do potencial da tecnologia, da sua escalabilidade, sustentabilidade financeira e do seu impacto ambiental e social. No caso das torres de Alvalade, o projeto será feito em parceria com bairros desfavorecidos, utilizando os produtos cultivados e as vendas geradas para reinvestir na comunidade.

Rating Promotor: C+

Garantias

Fiança pessoal dos sócios da empresa (Bruno Lacey e Tiago Gomes).

ABUNDANTQUOTIDIAN - ASSOCIAÇÃO

Ativo desde
2020
País fiscal
Portugal
Com operações em
Portugal
Indústria
Agricultura
Empréstimos GoParity
1
Website
Sobre ABUNDANTQUOTIDIAN - ASSOCIAÇÃO

A Reculture é o resultado de uma colaboração entre o estúdio de arquitetura Parto Atelier e o empreendedor social Bruno Lacey. Juntos, têm as competências necessárias de desenvolvimento de negócio, design, planeamento urbano, horticultura e dinamização de comunidade. Em junho, assinaram um contrato de distribuição para a Península Ibérica com a Sky Greens, a única empresa no Mundo a desenvolver hortas verticais em torres rotativas.


O nome legal do promotor é Associação ABUNDANTQUOTIDIAN (AQ). O contrato de distribuição exclusivo para a Península Ibérica foi assinado até agosto de 2021, com expectativa de continuidade, caso sejam cumpridos os objetivos de venda. A tecnologia, apoiada em dez anos de desenvolvimento de produto, fornece os meios para criar uma revolução alimentar urbana. A AQ pretende criar centenas de micro quintas urbanas nos corações das comunidades. O plano não é apenas vender a infraestrutura, mas oferecer “agricultura como um serviço”, dando poder às pessoas e às comunidades locais para crescerem os seus próprios alimentos orgânicos e de qualidade de forma sustentável (ambiental e financeira).

Food Temple - será utilizado para demonstrar o potencial da tecnologia; experimentar diferentes técnicas e ciclos de cultivo, colheitas, espécies, sistemas de embalagem e distribuição; celebrar o cultivo e os momentos de refeição. Incluirá uma cozinha e área para jantar para que os visitantes possam aprender e usufruir das colheitas que produziram em comunidade, da semente ao prato.

Agricultura como um serviço – usando o “Food Temple” como local de experimentação, o promotor desenvolverá soluções chave na mão para tornar a agricultura urbana acessível e lucrativa, apoiando potenciais clientes do desenho à instalação, fornecendo materiais, abastecimento (composto, sementes, plantas e embalagens) e contratos de manutenção. Também desenvolverá uma plataforma online que junta agricultores a mercados potenciais, oferecendo serviços de venda e distribuição para colheitas e produtos derivados (por exemplo, compotas, ervas secas, sabonetes, etc).

Modelo cooperativo – tudo isto assenta num modelo de cooperativa, no qual fornecedores e clientes são membros. Todas as ferramentas, técnicas e materiais estarão abertas a todos (com exceção das torres), e todas as partes serão convidadas a participar e colaborar na experimentação de forma a otimizar as técnicas, através da partilha de informação. Os benefícios partilhados permitirão criar um sistema de produção e distribuição alimentar resiliente e colaborativo.

O Modelo de Negócio

Uma torre de 6 metros custa cerca de 10.000 €, enquanto estimativas conservadoras sugerem receitas anuais de cerca de 10.000 €, assumindo preço de retalho. Os custos operacionais variam de acordo com a dimensão da instalação, o local de venda, a distribuição, custos com marketing e outras despesas. Assim, é seguro assumir que, no final do segundo ano, o investimento inicial será recuperado. A colheita do primeiro ano (outono de 2020-21) fornecerá os dados necessários para finalizar o modelo financeiro. No entanto, mesmo que as vendas sejam metade do previsto (o que, em si, já é uma perspetiva conservadora), pode assumir-se um retorno de 3 a 4 anos com segurança.

O promotor irá vender, principalmente, agricultura como um serviço, podendo fornecer os seguintes segmentos:

  • Instituições que alimentam um grande número de pessoas (como escolas, universidades, hospitais, prisões, lares, empresas com cantinas ou outras organizações estatais ou caridades com benefício comunitário). Estas instituições, que serão os investidores iniciais numa torre, poderão usufruir das suas próprias colheitas, com necessidades mínimas de embalagem e transporte, o que lhes permitirá alimentar as suas comunidades de forma mais sustentável e saudável, enquanto poupam dinheiro;

  • Supermercados ou outros retalhistas, procurando diferenciar-se;

  • Restaurantes que valorizam a frescura, sabor e variedade das colheitas (característica indisponíveis em supermercados grossistas), bem como a narrativa da inovação, sustentabilidade e produção local;

  • Sob pedido, trabalhando com chefs para fabricar menus sazonais em torno dos produtos. Embalagens “lixo zero” e sem emissões, devido à infraestrutura simples de distribuição poderão ser desenvolvidas

  • Consumidores individuais, o que requer um ponto de venda ou entrega.

Trajetória

O Bruno passou os últimos sete anos como fundador do Urban Growth, uma empresa social que se dedica ao desenvolvimento de espaços verdes comunitários em Londres, de forma a tornar a cidade mais verde e mais saudável. Tendo-se mudado para Lisboa em 2019, conheceu o atelier de arquitetura Parto Atelier, enquanto instalava “paredes verdes” para clientes como o Centro Cultural de Cabo Verde. Aquando do surto de Covid-19, juntaram-se para cumprir a sua visão de uma Lisboa mais justa, mais sustentável, mais saudável e mais resiliente. Em junho, assinaram um acordo de distribuição exclusivo com a Sky Greens e, em poucas semanas, tinham submetido uma candidatura ao Programa BIP/ZIP Lisboa para obter um subsídio de 75.000€, e garantido um jardim no Museu de Lisboa como o local da sua primeira torre vertical rotativa na Europa.

O projeto está assim bem situado para usufruir de programas de apoio agri-tech e start-ups sustentáveis, como é o caso do MazeX (a aguardar abertura), o Gulbenkian’s Sustentabilidade on Call (aplicação feita) e EIT Food (candidatura bem sucedida para obter €2.400 para suportar custos legais).

As quatro torres que serão instaladas em Alvalade serão totalmente financiados pela Câmara Municipal de Lisboa (75.000€) em conjunto com a Junta de Freguesia de Alvalade. A unidade que será instalada no Museu de Lisboa, e que será o centro da exposição que se prolongará durante um ano, será financiada através da campanha da GoParity.

Os dois locais funcionarão como uma demonstração concreta do potencial da tecnologia, da sua escalabilidade, sustentabilidade financeira e do seu impacto ambiental e social. No caso das torres de Alvalade, o projeto será feito em parceria com bairros desfavorecidos, utilizando os produtos cultivados e as vendas geradas para reinvestir na comunidade.

Rating Promotor: C+

Garantias

Fiança pessoal dos sócios da empresa (Bruno Lacey e Tiago Gomes).

Estado dos Pagamentos: Em cumprimento

2020-11-20

Primeiro pagamento

A primeira amortização foi paga a todos os investidores

2020-10-19

100% financiado

151 investidores angariaram 30.000€

2020-10-14

Aberto a investimento

Esta campanha está aberta para investimento

Estado dos Pagamentos: Em cumprimento

2020-11-20

Primeiro pagamento

A primeira amortização foi paga a todos os investidores

2020-10-19

100% financiado

151 investidores angariaram 30.000€

2020-10-14

Aberto a investimento

Esta campanha está aberta para investimento