Projetos

Oceano Fresco III

100% Montante confirmado = € 150.000,00
Montante reservado = € 0,00
€ 150.000,00
100% Financiado
4 yr

Prazo

5.5%

TANB

6 meses

Período de Carência

mensal

periodicidade

B-

rating

blue_economy

Economia do mar

8. Trabalho Digno e Crescimento Económico

SDG 8. Trabalho Digno e Crescimento Económico

9. Indústria, Inovação e Infraestruturas

SDG 9. Indústria, Inovação e Infraestruturas

14. Proteger a Vida Marinha

SDG 14. Proteger a Vida Marinha

Primeiro viveiro de amêijoas a mar aberto do Mundo, no Algarve.

Impacto

Os ecossistemas servem funções essenciais como a alimentação, água potável, ar puro e habitat. Mitigam desastres naturais, pestes e doenças e ajudam a regular o clima. Prevê-se que a produção alimentar deva duplicar até 2050 para responder à procura de uma população mundial crescente.  Uma economia do mar sustentável terá um papel central no alívio da procura por recursos terrestres, ajudando no combate às alterações climáticas.

O cultivo de bivalves é atualmente uma das fontes de proteína mais sustentáveis no mundo. Este projeto terá, assim, o seguinte impacto direto:

  • Uma vez instalado o viveiro, com base no estado da arte do cultivo atual, a sua capacidade produtiva será de 600 toneladas de amêijoas por ano. Isso significa que a sua operação permitirá evitar 99,4 toneladas de CO2 por ano (600 x 165,6 kg de CO2 capturado por tonelada). Além de terem uma função filtrante que combate a poluição aquática, os bivalves capturam CO2 na formação das suas conchas;

  • Promoção do ecossistema marinho: apresentando-se como uma alternativa sustentável à pesca intensiva como fonte alternativa de proteína, a produção sustentável de ameijoas contribui para o restabelecimento da biodiversidade e dos stocks marinhos.

  • Neste momento a empresa é constituída por 17 elementos. Com a abertura do viveiro, está previsto um crescimento para 100 colaboradores no decorrer dos próximos anos.

Este projeto tem também impacto indireto na promoção da economia local, principalmente no que se refere à zona do porto de Lagos e ao rendimento dos mariscultores / viveiristas de amêijoa da Ria de Alvor e da Ria Formosa, sendo que estes poderão comprar os semi-adultos à Oceano Fresco para semearem nos seus viveiros.

Clique aqui para ler o artigo "Can the ocean feed us sustainably?" para saber mais sobre aquicultura sustentável (artigo em inglês, escrito pelo Rodrigo Clímaco, responsável pelo viveiro da Oceano Fresco).

Informação do Projeto

A Oceano Fresco concluiu recentemente a instalação do primeiro viveiro a mar aberto do mundo. Está situado a cinco quilómetros da costa do Alvor, no Algarve, e ocupa uma área de 100 hectares, com capacidade para produzir 600 toneladas de amêijoas por ano.

Esta é a terceira campanha de levantamento de fundos que o promotor desencadeia através da GoParity, após ter concluído com êxito duas outras rondas de financiamento no valor total de 150.000 €, montante usado para a encomenda dos cabos, correntes, blocos de betão, bóias e lanternas necessárias para a montagem da exploração. Desde então, a empresa concluiu a instalação do viveiro, sendo o próximo passo a compra de um navio e restante equipamento para iniciar a exploração.

A estrutura da exploração de amêijoas é constituída por cabos horizontais e verticais submersos, nos quais serão colocadas lanternas (pratos embrulhados numa malha), nas quais serão cultivadas as amêijoas.

A exploração do viveiro é fundamental para completar o ciclo biológico de cultivo, uma vez que, após a fase de desova e de incubação, as amêijoas têm de crescer até ao tamanho comestível adulto, promovendo a sustentabilidade ambiental, aumentando a satisfação e segurança alimentar para o consumidor final. No viveiro a mar aberto, as amêijoas encontram as condições perfeitas para completar o seu ciclo biológico, com uma fonte natural de alimentos e condições ambientais perfeitas. O cultivo deverá começar em Dezembro.


Centro Bio Marinho da Oceano Fresco na Nazaré


Produção de phytoplankton no Centro Bio Marinho


Cultivo de sementes de ameijoa no Centro Bio Marinho

CEO & Fundador Bernardo Carvalho no Centro Bio Marinho

Viabilidade Financeira

O viveiro terá um investimento total de 3.1 milhões de euros, dos quais 1.5 milhões de euros foram assegurados pelo Programa MAR2020 e 800 mil euros pelo capital próprio da empresa.  A Puro Mar pretende financiar o montante remanescente através de várias campanhas com a GoParity - esta é a terceira campanha de financiamento, após terem obtido os anteriores 150.000 €.

Já em abril passado, a Oceano Fresco anunciou o fecho de um reforço de 3,8 milhões de euros da BlueCrow Capital, a gestora dos fundos de capital de risco BlueCrow Innovation Funds que investem em projetos industriais de I&D nacional a operar nas áreas da bioeconomia e em tecnologias de produção inovadoras, os quais totalizam um investimento agregado em cerca de €7.2m para as construções do Centro Biomarinho na Nazaré e do viveiro da Oceano Fresco.

100% Financiado
4 yr

Prazo

5.5%

TANB

6 meses

Período de Carência

mensal

periodicidade

B-

rating

blue_economy

Economia do mar

8. Trabalho Digno e Crescimento Económico

SDG 8. Trabalho Digno e Crescimento Económico

9. Indústria, Inovação e Infraestruturas

SDG 9. Indústria, Inovação e Infraestruturas

14. Proteger a Vida Marinha

SDG 14. Proteger a Vida Marinha

Primeiro viveiro de amêijoas a mar aberto do Mundo, no Algarve.

100% Montante confirmado = € 150.000,00
Montante reservado = € 0,00
€ 150.000,00

Impacto

Os ecossistemas servem funções essenciais como a alimentação, água potável, ar puro e habitat. Mitigam desastres naturais, pestes e doenças e ajudam a regular o clima. Prevê-se que a produção alimentar deva duplicar até 2050 para responder à procura de uma população mundial crescente.  Uma economia do mar sustentável terá um papel central no alívio da procura por recursos terrestres, ajudando no combate às alterações climáticas.

O cultivo de bivalves é atualmente uma das fontes de proteína mais sustentáveis no mundo. Este projeto terá, assim, o seguinte impacto direto:

  • Uma vez instalado o viveiro, com base no estado da arte do cultivo atual, a sua capacidade produtiva será de 600 toneladas de amêijoas por ano. Isso significa que a sua operação permitirá evitar 99,4 toneladas de CO2 por ano (600 x 165,6 kg de CO2 capturado por tonelada). Além de terem uma função filtrante que combate a poluição aquática, os bivalves capturam CO2 na formação das suas conchas;

  • Promoção do ecossistema marinho: apresentando-se como uma alternativa sustentável à pesca intensiva como fonte alternativa de proteína, a produção sustentável de ameijoas contribui para o restabelecimento da biodiversidade e dos stocks marinhos.

  • Neste momento a empresa é constituída por 17 elementos. Com a abertura do viveiro, está previsto um crescimento para 100 colaboradores no decorrer dos próximos anos.

Este projeto tem também impacto indireto na promoção da economia local, principalmente no que se refere à zona do porto de Lagos e ao rendimento dos mariscultores / viveiristas de amêijoa da Ria de Alvor e da Ria Formosa, sendo que estes poderão comprar os semi-adultos à Oceano Fresco para semearem nos seus viveiros.

Clique aqui para ler o artigo "Can the ocean feed us sustainably?" para saber mais sobre aquicultura sustentável (artigo em inglês, escrito pelo Rodrigo Clímaco, responsável pelo viveiro da Oceano Fresco).

Informação do Projeto

A Oceano Fresco concluiu recentemente a instalação do primeiro viveiro a mar aberto do mundo. Está situado a cinco quilómetros da costa do Alvor, no Algarve, e ocupa uma área de 100 hectares, com capacidade para produzir 600 toneladas de amêijoas por ano.

Esta é a terceira campanha de levantamento de fundos que o promotor desencadeia através da GoParity, após ter concluído com êxito duas outras rondas de financiamento no valor total de 150.000 €, montante usado para a encomenda dos cabos, correntes, blocos de betão, bóias e lanternas necessárias para a montagem da exploração. Desde então, a empresa concluiu a instalação do viveiro, sendo o próximo passo a compra de um navio e restante equipamento para iniciar a exploração.

A estrutura da exploração de amêijoas é constituída por cabos horizontais e verticais submersos, nos quais serão colocadas lanternas (pratos embrulhados numa malha), nas quais serão cultivadas as amêijoas.

A exploração do viveiro é fundamental para completar o ciclo biológico de cultivo, uma vez que, após a fase de desova e de incubação, as amêijoas têm de crescer até ao tamanho comestível adulto, promovendo a sustentabilidade ambiental, aumentando a satisfação e segurança alimentar para o consumidor final. No viveiro a mar aberto, as amêijoas encontram as condições perfeitas para completar o seu ciclo biológico, com uma fonte natural de alimentos e condições ambientais perfeitas. O cultivo deverá começar em Dezembro.


Centro Bio Marinho da Oceano Fresco na Nazaré


Produção de phytoplankton no Centro Bio Marinho


Cultivo de sementes de ameijoa no Centro Bio Marinho

CEO & Fundador Bernardo Carvalho no Centro Bio Marinho

Viabilidade Financeira

O viveiro terá um investimento total de 3.1 milhões de euros, dos quais 1.5 milhões de euros foram assegurados pelo Programa MAR2020 e 800 mil euros pelo capital próprio da empresa.  A Puro Mar pretende financiar o montante remanescente através de várias campanhas com a GoParity - esta é a terceira campanha de financiamento, após terem obtido os anteriores 150.000 €.

Já em abril passado, a Oceano Fresco anunciou o fecho de um reforço de 3,8 milhões de euros da BlueCrow Capital, a gestora dos fundos de capital de risco BlueCrow Innovation Funds que investem em projetos industriais de I&D nacional a operar nas áreas da bioeconomia e em tecnologias de produção inovadoras, os quais totalizam um investimento agregado em cerca de €7.2m para as construções do Centro Biomarinho na Nazaré e do viveiro da Oceano Fresco.

Puromar Lda

Ativo desde
2014
País fiscal
Portugal
Com operações em
Nazaré e Algarve
Indústria
Aquicultura Sustentável
Empréstimos GoParity
5
Sobre Puromar Lda

A Puro Mar é subsidiária da Oceano Fresco SA, sendo detida na totalidade por esta. É a Puro Mar que detém as licenças para um viveiro a mar aberto que será operacionalizado pela Oceano Fresco. A Oceano Fresco dedica-se à aquacultura sustentável de bivalves de alta qualidade (ameijoas europeias), aplicando métodos científicos e uma abordagem inovadora na produção e um melhoramento sistemático da aquacultura de ameijoas. A Oceano Fresco foi fundada em 2015 pelo Bernardo Ferreira de Carvalho. Atualmente, o seu Conselho de Administradores conta com 5 pessoas, com experiência em piscicultura, gestão de negócios, incluindo a criação e crescimento de startups. Tem uma equipa operacional de 6 pessoas, responsável pela investigação e desenvolvimento, produção e suprimento e assuntos administrativos e financeiros. Finalmente, tem ainda um Conselho Consultivo de 2 pessoas, ambos especialistas em crescimento de bivalves e peixe.

Bernardo Carvalho
(Chief Executive Officer e Fundador).

Bjørn Skjævestad
(Membro Não Executivo do Conselho de Administração).

Nuno Arantes
(Presidente do Conselho de Administração).

Olivier Cottet
(Membro Não Executivo do Conselho de Administração).

Bernardo Empis Meira
(Membro Não Executivo do Conselho de Administração).

O Modelo de Negócio

A fonte de receita da Oceano Fresco é a venda de amêijoas de alta qualidade e valor, cuja procura de mercado excede largamente a oferta. A produção será vendida maioritariamente na Europa, mas também noutras regiões como Japão e Coreia do Sul. Ao controlar as várias etapas da cadeia de valor, a empresa prepara-se para ser a maior produtora de amêijoas em mar aberto do mundo, referência mundial de sustentabilidade e também responsável pelo crescimento de uma indústria avaliada em 20 mil milhões de euros. Nos últimos anos, a empresa recebeu cerca de 3,5M€ em subsídios e 7,5M€ em investimentos de capital na fase seed (seed stage equity investments).

A Oceano Fresco espera alcançar um volume de negócios de 9 milhões de euros em menos de três anos e 250 milhões de euros em sete anos. Até à data, a empresa já contactou mais de 50 potenciais clientes (entre distribuidores de marisco e supermercados), cujas intenções de compra aos preços estabelecidos no plano de negócios excedem largamente a capacidade de produção da empresa nos primeiros anos, sendo este um indicador muito positivo para o cumprimento do volume de negócio previsto. 

A empresa é composta por uma equipa de gestores, conselheiros internacionais, cientistas e técnicos e quer ser uma empresa disruptiva num mercado de 20 mil milhões de euros, contribuindo para a sustentabilidade da produção de alimentos a nível global.

Trajetória

A Oceano Fresco foi fundada em 2015 pelo Bernardo Ferreira de Carvalho (Fundador e CEO).

  • (2015-16) Realizou um estudo no terreno em países-chave para a aquacultura, que confirmou o potencial do mercado

  • (2015 em diante) Contratou uma equipa altamente qualificada e experiente cobrindo produção e gestão

  • (2015 em diante) Recebeu 3.5 milhões de euros em subvenções portuguesas e europeias

  • (2016-17) Concluiu projetos de “prova de conceito”, que confirmaram a viabilidade do modelo de negócio

  • (2018) Assinou um contrato de concessão de 25 anos para a localização do Centro BioMarinho na Nazaré

  • (2018) Obteve todas as licenças necessárias por parte das autoridades para operar a maternidade

  • (2018) Obteve licença para explorar uma concessão de 103 hectares, para cultivo de ameijoas em mar aberto durante os próximos 30+20 anos

  • (2018) Desenvolveu um plano de melhoramento para R. decussatus

  • (2018) Estabeleceu um Conselho de Administração com 5 membros, combinando o melhoramento de plantas e peixes com experiência de negócio

  • (2018-2020) Obteve 7.5 milhões de euros em diversas rondas de investimento entre 2018 e 2020, por parte de investidores institucionais e individuais

  • (2020) Instalou a infraestrutura física da exploração do viveiro

  • (2020) Construiu o centro BioMarinho de última geração, incluindo uma maternidade, laboratórios e escritórios

  • (2020) Compra de um barco com 12 metros, que foi reequipado e melhorado no estaleiro Penimar

Rating Promotor: B-

Garantias

Este empréstimo beneficia de uma fiança da empresa mãe, Oceano Fresco, SA.

Puromar Lda

Ativo desde
2014
País fiscal
Portugal
Com operações em
Nazaré e Algarve
Indústria
Aquicultura Sustentável
Empréstimos GoParity
5
Sobre Puromar Lda

A Puro Mar é subsidiária da Oceano Fresco SA, sendo detida na totalidade por esta. É a Puro Mar que detém as licenças para um viveiro a mar aberto que será operacionalizado pela Oceano Fresco. A Oceano Fresco dedica-se à aquacultura sustentável de bivalves de alta qualidade (ameijoas europeias), aplicando métodos científicos e uma abordagem inovadora na produção e um melhoramento sistemático da aquacultura de ameijoas. A Oceano Fresco foi fundada em 2015 pelo Bernardo Ferreira de Carvalho. Atualmente, o seu Conselho de Administradores conta com 5 pessoas, com experiência em piscicultura, gestão de negócios, incluindo a criação e crescimento de startups. Tem uma equipa operacional de 6 pessoas, responsável pela investigação e desenvolvimento, produção e suprimento e assuntos administrativos e financeiros. Finalmente, tem ainda um Conselho Consultivo de 2 pessoas, ambos especialistas em crescimento de bivalves e peixe.

Bernardo Carvalho
(Chief Executive Officer e Fundador).

Bjørn Skjævestad
(Membro Não Executivo do Conselho de Administração).

Nuno Arantes
(Presidente do Conselho de Administração).

Olivier Cottet
(Membro Não Executivo do Conselho de Administração).

Bernardo Empis Meira
(Membro Não Executivo do Conselho de Administração).

O Modelo de Negócio

A fonte de receita da Oceano Fresco é a venda de amêijoas de alta qualidade e valor, cuja procura de mercado excede largamente a oferta. A produção será vendida maioritariamente na Europa, mas também noutras regiões como Japão e Coreia do Sul. Ao controlar as várias etapas da cadeia de valor, a empresa prepara-se para ser a maior produtora de amêijoas em mar aberto do mundo, referência mundial de sustentabilidade e também responsável pelo crescimento de uma indústria avaliada em 20 mil milhões de euros. Nos últimos anos, a empresa recebeu cerca de 3,5M€ em subsídios e 7,5M€ em investimentos de capital na fase seed (seed stage equity investments).

A Oceano Fresco espera alcançar um volume de negócios de 9 milhões de euros em menos de três anos e 250 milhões de euros em sete anos. Até à data, a empresa já contactou mais de 50 potenciais clientes (entre distribuidores de marisco e supermercados), cujas intenções de compra aos preços estabelecidos no plano de negócios excedem largamente a capacidade de produção da empresa nos primeiros anos, sendo este um indicador muito positivo para o cumprimento do volume de negócio previsto. 

A empresa é composta por uma equipa de gestores, conselheiros internacionais, cientistas e técnicos e quer ser uma empresa disruptiva num mercado de 20 mil milhões de euros, contribuindo para a sustentabilidade da produção de alimentos a nível global.

Trajetória

A Oceano Fresco foi fundada em 2015 pelo Bernardo Ferreira de Carvalho (Fundador e CEO).

  • (2015-16) Realizou um estudo no terreno em países-chave para a aquacultura, que confirmou o potencial do mercado

  • (2015 em diante) Contratou uma equipa altamente qualificada e experiente cobrindo produção e gestão

  • (2015 em diante) Recebeu 3.5 milhões de euros em subvenções portuguesas e europeias

  • (2016-17) Concluiu projetos de “prova de conceito”, que confirmaram a viabilidade do modelo de negócio

  • (2018) Assinou um contrato de concessão de 25 anos para a localização do Centro BioMarinho na Nazaré

  • (2018) Obteve todas as licenças necessárias por parte das autoridades para operar a maternidade

  • (2018) Obteve licença para explorar uma concessão de 103 hectares, para cultivo de ameijoas em mar aberto durante os próximos 30+20 anos

  • (2018) Desenvolveu um plano de melhoramento para R. decussatus

  • (2018) Estabeleceu um Conselho de Administração com 5 membros, combinando o melhoramento de plantas e peixes com experiência de negócio

  • (2018-2020) Obteve 7.5 milhões de euros em diversas rondas de investimento entre 2018 e 2020, por parte de investidores institucionais e individuais

  • (2020) Instalou a infraestrutura física da exploração do viveiro

  • (2020) Construiu o centro BioMarinho de última geração, incluindo uma maternidade, laboratórios e escritórios

  • (2020) Compra de um barco com 12 metros, que foi reequipado e melhorado no estaleiro Penimar

Rating Promotor: B-

Garantias

Este empréstimo beneficia de uma fiança da empresa mãe, Oceano Fresco, SA.

Estado dos Pagamentos: Em cumprimento

2020-11-12

Primeiro pagamento

A primeira amortização foi paga a todos os investidores

2020-10-09

100% financiado

388 investidores angariaram 150.000€

2020-09-17

100% financiado e aumento do objetivo para 150.000€

Depois de ter angariado 75.000€ em apenas 48h, a empresa portuguesa decidiu duplicar o montante da sua campanha de financiamento, para 150.000€. Todas as restantes condições se mantêm.

2020-09-15

Aberto a investimento

Esta campanha está aberta para investimento

Estado dos Pagamentos: Em cumprimento

2020-11-12

Primeiro pagamento

A primeira amortização foi paga a todos os investidores

2020-10-09

100% financiado

388 investidores angariaram 150.000€

2020-09-17

100% financiado e aumento do objetivo para 150.000€

Depois de ter angariado 75.000€ em apenas 48h, a empresa portuguesa decidiu duplicar o montante da sua campanha de financiamento, para 150.000€. Todas as restantes condições se mantêm.

2020-09-15

Aberto a investimento

Esta campanha está aberta para investimento