Projetos

Cooperativa Solar Uganda

100% Montante confirmado = € 48.000,00
Montante reservado = € 0,00
€ 48.000,00
100% Financiado
5 yr

Prazo

7.5%

TANB

3 meses

Período de Carência

mensal

periodicidade

C+

rating

sustainable_energy

Energia Sustentável

2. Acabar com a Fome

SDG 2. Acabar com a Fome

8. Trabalho Digno e Crescimento Económico

SDG 8. Trabalho Digno e Crescimento Económico

7. Energias renováveis e acessíveis

SDG 7. Energias renováveis e acessíveis

Energia solar para cooperativa no Uganda.

Impacto

Este projeto na Cooperativa de Leite Baitambogwe no Uganda terá um impacto muito positivo no ambiente e na população do país (tanto nos produtores como na população servida pela cooperativa).

Impacto Ambiental

A mudança para energia solar reduzirá o consumo de gasóleo em 7.300 litros por ano. Cada litro emite 2,64kg de dióxido de carbono. Como tal, este projeto permitirá evitar a emissão de cerca de 19,3 toneladas de CO2 por ano, o equivalente a plantar 877 árvores.

Impacto Social

Estima-se que 37% da população do Uganda vive abaixo do limiar da pobreza (com menos de US$ 1,90 por dia). No entanto, é um dos países Africanos que acolhe mais refugiados. Este projeto permitirá melhorar a qualidade de vida dos membros da cooperativa e da população que esta serve.

  • Melhores condições de trabalho: a melhoria das condições de iluminação em torno da central, através da instalação de luzes de segurança no exterior, permitirá aos vendedores de rua trabalhar durante mais horas.

  • Mais condições de saúde para a população: atualmente, vivem mais de 5.000 pessoas em Gomba e Mayuge, as regiões fornecidas pela Cooperativa. Estas pessoas irão beneficiar de um produto com elevado valor nutricional, o que contribuirá para ajudar a combater os problemas de malnutrição em crianças e adultos.

  • Maior autonomia financeira: o rendimento atual dos produtores de leite não é suficiente para garantir a sua autonomia financeira. O aumento da eficiência energética e da capacidade de refrigeração permitirá à cooperativa comprar mais leite e, consequentemente, gerará um aumento do lucro dos 536 agricultores estimado em 50%, permitindo-lhes uma vida mais sustentável.

  • Igualdade de género: a formação para a operação do sistema solar dará prioridade às 268 mulheres que são membros da cooperativa. Além disso, 45% dos cargos de liderança da Cooperativa Baitambogwe são ocupados por mulheres. Este projeto incentiva assim as mulheres a assumir posições de liderança. Adicionalmente, aliviará o peso do trabalho para as mulheres que atualmente têm que transportar o leite para centros de arrefecimento distantes.

  • Geração de emprego: a construção de infraestruturas fiáveis e sustentáveis motiva mais agricultores a criarem negócios lucrativos no setor dos laticínios no Uganda, gerando postos de trabalhos diretos e indiretos (estimativa está nos 1.000). Adicionalmente, vários trabalhos técnicos serão criados no setor da energia solar e locais serão treinados para a operação e manutenção dos painéis solares.

Informação do Projeto

Com mais de 8 anos de experiência no setor das energias renováveis, o grupo SolarPipo é um balcão único para projetos de energia solar no Uganda, especializado no setor dos laticínios. A empresa funciona como um intermediário, aliviando o processo de eletrificação de cooperativas de laticínios no Uganda com recurso a energia solar (aquisição e instalação de sistemas fotovoltaicos para produção de eletricidade para frigoríficos, bombas de água, entre outros).

Os fundos angariados através desta campanha serão utilizados para financiar um projeto energético na Cooperativa leiteira Baitambogwe Dairy no Uganda. O projeto tem como objetivo a substituição de um gerador a gasóleo por uma central solar com 15 KVA; a aquisição de um frigorífico para arrefecimento do leite com 2.000L (380V e 1,1 kW) alimentado a energia solar; e a substituição de uma máquina de processamento de iogurte para um equipamento alimentado a energia solar. Além de garantir acesso a energia limpa num país onde a eletricidade é produzida maioritariamente com recurso a carvão e geradores de gasóleo, este projeto reduzirá o custo de arrefecimento do leite, tornando a energia mais acessível para os produtores de leite.

A Cooperativa Baitambogwe iniciou-se em 2002 como um grupo informal de pequenos agricultores, tendo-se tornado numa associação em 2005, sendo a maior parte dos seus recursos obtidos com ajuda da organização sem fins lucrativos Heifer International. Em 2010, quando este apoio chegou ao fim, a associação conseguiu manter a sua operação com recurso a quotas dos seus membros, capital social, venda de animais e de leite.

Em 2012, a Cooperativa foi formalmente criada por 140 membros, tendo-se tornado cada vez mais popular nas comunidades onde opera. Em 2019, obteve um empréstimo de UGX 20M (€ 4.500) da organização Suíça sem fins lucrativos ECLOF e um subsídio de UGX 150 (€ 34.423) da Fundação Private Sector Foundation Uganda.

Atualmente, com 536 membros, o seu produto mais relevante é o leite, detendo três arcas frigoríficas com uma capacidade de 80L, 400L e 1.000L. Estes frigoríficos estão localizados na câmara de Magamaga, sendo utilizados pelos produtores e vendedores de leite e iogurte.

Viabilidade financeira

Uma cooperativa no Uganda precisaria em média de um investimento de € 75.000 (para equipamento e custos com empréstimo) para um projeto semelhante. Este empréstimo que será feito em Shillings (UGX) terá uma prestação de € 1.350 por mês, um preço muito razoável para os agricultores, dado os seus gastos atuais com gasóleo e manutenção. Será uma subsidiária do promotor do projeto, SolarPipo Finance B.V., a fazer a instalação e a acompanhar a operação durante os primeiros cinco anos: serviço ao cliente, manutenção e otimização de acordo com dados de consumo recolhidos.

100% Financiado
5 yr

Prazo

7.5%

TANB

3 meses

Período de Carência

mensal

periodicidade

C+

rating

sustainable_energy

Energia Sustentável

2. Acabar com a Fome

SDG 2. Acabar com a Fome

8. Trabalho Digno e Crescimento Económico

SDG 8. Trabalho Digno e Crescimento Económico

7. Energias renováveis e acessíveis

SDG 7. Energias renováveis e acessíveis

Energia solar para cooperativa no Uganda.

100% Montante confirmado = € 48.000,00
Montante reservado = € 0,00
€ 48.000,00

Impacto

Este projeto na Cooperativa de Leite Baitambogwe no Uganda terá um impacto muito positivo no ambiente e na população do país (tanto nos produtores como na população servida pela cooperativa).

Impacto Ambiental

A mudança para energia solar reduzirá o consumo de gasóleo em 7.300 litros por ano. Cada litro emite 2,64kg de dióxido de carbono. Como tal, este projeto permitirá evitar a emissão de cerca de 19,3 toneladas de CO2 por ano, o equivalente a plantar 877 árvores.

Impacto Social

Estima-se que 37% da população do Uganda vive abaixo do limiar da pobreza (com menos de US$ 1,90 por dia). No entanto, é um dos países Africanos que acolhe mais refugiados. Este projeto permitirá melhorar a qualidade de vida dos membros da cooperativa e da população que esta serve.

  • Melhores condições de trabalho: a melhoria das condições de iluminação em torno da central, através da instalação de luzes de segurança no exterior, permitirá aos vendedores de rua trabalhar durante mais horas.

  • Mais condições de saúde para a população: atualmente, vivem mais de 5.000 pessoas em Gomba e Mayuge, as regiões fornecidas pela Cooperativa. Estas pessoas irão beneficiar de um produto com elevado valor nutricional, o que contribuirá para ajudar a combater os problemas de malnutrição em crianças e adultos.

  • Maior autonomia financeira: o rendimento atual dos produtores de leite não é suficiente para garantir a sua autonomia financeira. O aumento da eficiência energética e da capacidade de refrigeração permitirá à cooperativa comprar mais leite e, consequentemente, gerará um aumento do lucro dos 536 agricultores estimado em 50%, permitindo-lhes uma vida mais sustentável.

  • Igualdade de género: a formação para a operação do sistema solar dará prioridade às 268 mulheres que são membros da cooperativa. Além disso, 45% dos cargos de liderança da Cooperativa Baitambogwe são ocupados por mulheres. Este projeto incentiva assim as mulheres a assumir posições de liderança. Adicionalmente, aliviará o peso do trabalho para as mulheres que atualmente têm que transportar o leite para centros de arrefecimento distantes.

  • Geração de emprego: a construção de infraestruturas fiáveis e sustentáveis motiva mais agricultores a criarem negócios lucrativos no setor dos laticínios no Uganda, gerando postos de trabalhos diretos e indiretos (estimativa está nos 1.000). Adicionalmente, vários trabalhos técnicos serão criados no setor da energia solar e locais serão treinados para a operação e manutenção dos painéis solares.

Informação do Projeto

Com mais de 8 anos de experiência no setor das energias renováveis, o grupo SolarPipo é um balcão único para projetos de energia solar no Uganda, especializado no setor dos laticínios. A empresa funciona como um intermediário, aliviando o processo de eletrificação de cooperativas de laticínios no Uganda com recurso a energia solar (aquisição e instalação de sistemas fotovoltaicos para produção de eletricidade para frigoríficos, bombas de água, entre outros).

Os fundos angariados através desta campanha serão utilizados para financiar um projeto energético na Cooperativa leiteira Baitambogwe Dairy no Uganda. O projeto tem como objetivo a substituição de um gerador a gasóleo por uma central solar com 15 KVA; a aquisição de um frigorífico para arrefecimento do leite com 2.000L (380V e 1,1 kW) alimentado a energia solar; e a substituição de uma máquina de processamento de iogurte para um equipamento alimentado a energia solar. Além de garantir acesso a energia limpa num país onde a eletricidade é produzida maioritariamente com recurso a carvão e geradores de gasóleo, este projeto reduzirá o custo de arrefecimento do leite, tornando a energia mais acessível para os produtores de leite.

A Cooperativa Baitambogwe iniciou-se em 2002 como um grupo informal de pequenos agricultores, tendo-se tornado numa associação em 2005, sendo a maior parte dos seus recursos obtidos com ajuda da organização sem fins lucrativos Heifer International. Em 2010, quando este apoio chegou ao fim, a associação conseguiu manter a sua operação com recurso a quotas dos seus membros, capital social, venda de animais e de leite.

Em 2012, a Cooperativa foi formalmente criada por 140 membros, tendo-se tornado cada vez mais popular nas comunidades onde opera. Em 2019, obteve um empréstimo de UGX 20M (€ 4.500) da organização Suíça sem fins lucrativos ECLOF e um subsídio de UGX 150 (€ 34.423) da Fundação Private Sector Foundation Uganda.

Atualmente, com 536 membros, o seu produto mais relevante é o leite, detendo três arcas frigoríficas com uma capacidade de 80L, 400L e 1.000L. Estes frigoríficos estão localizados na câmara de Magamaga, sendo utilizados pelos produtores e vendedores de leite e iogurte.

Viabilidade financeira

Uma cooperativa no Uganda precisaria em média de um investimento de € 75.000 (para equipamento e custos com empréstimo) para um projeto semelhante. Este empréstimo que será feito em Shillings (UGX) terá uma prestação de € 1.350 por mês, um preço muito razoável para os agricultores, dado os seus gastos atuais com gasóleo e manutenção. Será uma subsidiária do promotor do projeto, SolarPipo Finance B.V., a fazer a instalação e a acompanhar a operação durante os primeiros cinco anos: serviço ao cliente, manutenção e otimização de acordo com dados de consumo recolhidos.

SolarPipo Finance B.V.

Ativo desde
2020
País fiscal
Países Baixos
Com operações em
Uganda
Indústria
Energias renováveis
Empréstimos GoParity
2
Sobre SolarPipo Finance B.V.

Fundada em 2017, a SolarPipo BV é uma empresa holding Holandesa, com sede em Amesterdão. Os seus acionistas são Ugandeses e duas empresas holandesas - Rockstart BV e Beehaeve. A empresa criou a subsidiária SolarPipo Finance BV que detém a totalidade da SolarPipo Finance Limited no Uganda para gerir os recursos financeiros do grupo. A SolarPipo Finance Limited é responsável por contratar diretamente com as cooperativas leiteiras.

O principal objetivo do grupo é facilitar o acesso a energias renováveis ao setor dos laticínios no país. Para o fazer, a empresa fornece alternativas de energia limpa a geradores de gasóleo que são fiáveis e eficientes em termos de custos aos seus clientes, tipicamente cooperativas leiteiras e agricultores. Os seus serviços respondem a toda a cadeia de valor: do financiamento, ao desenho e instalação das centrais de energia solar, à assistência técnica e manutenção dos equipamentos instalados.

A equipa SolarPipo é composta por 5 pessoas, com uma experiência combinada de mais de 8 anos no setor das energias renováveis, desenvolvimento de produto, gestão, marketing e vendas. O seu principal foco tem sido a gestão de start-ups inovadoras.

O Modelo de Negócio

A indústria de lacticínios no Uganda é uma das mais promissoras em África. O aumento da procura regional de produtos lácteos implica um forte potencial de crescimento. A baixa produtividade em muitos países africanos, como por exemplo na Nigéria, no Gana, e na Tanzânia, deu origem a um vasto número de importações da Europa, e aumenta também o potencial do país para servir a região. Estima-se que cerca de 20 a 40% da produção de leite no Uganda é desperdiçada devido à falta de arrefecimento. As tecnologias solares de refrigeração oferecem uma alternativa fiável que oferece também um potencial de impacto significativo.

O modelo de negócio da empresa tem por base a partilha dos benefícios gerados pela instalação dos painéis fotovoltaicos com os seus clientes (tipicamente cooperativas leiteiras). Sem necessidade de investimento inicial por parte do cliente, o promotor substitui os geradores a diesel por centrais solares, sendo proprietário do equipamento durante os primeiros 5 anos. A mudança para energia solar permite à cooperativa reduzir custos durante o tempo de vida útil das centrais (normalmente 15 a 20 anos). Os custos evitados são depois usados para pagar o empréstimo feito para comprar as centrais solares. Os juros pagos e as taxas de serviço estão alinhadas com os preços locais, fornecendo uma margem razoável para retorno sobre investimento. Além de garantir o financiamento dos projetos, tratar da instalação do equipamento, o promotor mantém-se parceiro da cooperativa durante os primeiros 5 anos, fornecendo serviços de suporte, manutenção e otimização das centrais, com base nos dados de consumo obtidos. O volume potencial de negócios no Uganda é grande.

A mudança para a energia solar permite às cooperativas de reduzir os seus custos ao longo do ciclo de vida das centrais solares (geralmente entre 15 a 20 anos). Os custos poupados são depois usados para reembolsar o empréstimo concedido para a aquisição das instalações solares. Os juros assim como as taxas de serviço cobradas estão alinhados com as práticas locais, proporcionando margem suficiente para uma rentabilidade razoável dos investimentos realizados. Para além de garantir o financiamento dos projetos e a instalação do equipamento, a SolarPipo mantém-se próxima das cooperativas durante os primeiros 5 anos, respondendo a quaisquer dúvidas, otimizando ainda mais a instalação inicial, corrigindo falhas e otimizando o uso através dos dados recolhidos. O volume de projetos disponíveis é elevado sendo que existe um potencial de crescimento viável.

Os produtores de leite alvo são uma seleção de mais de 130 cooperativas na região do sudoeste do Uganda, com uma dimensão média que varia entre 200 e 500 vacas. No futuro, a empresa tenciona fornecer bombas de água seguindo o mesmo modelo.

O promotor acredita no poder do financiamento alternativo no alargamento do acesso a energias renováveis em África.

Trajetória

SolarPipo é atualmente composta por 5 membros com mais de 8 anos de experiência no setor das energias renováveis:

Hashim Mutanje

Mwamed Sizoomu

Flip Goudsmit

Erik Luttjehuizen

Leslie Murungi

A equipa conhece os desafios de levar energia limpa e eficiente a pequenas e médias empresas em África e estão comprometidos com a resolução destes desafios.

Os acionistas holandesas, que detêm a maioria das ações da SolarPipo Finance BV, têm uma experiência combinada de 60 anos de experiência na empresa Rockstart, tendo vasta experiência em smart energy, ventures e start-ups.

As cooperativas de produtores de leite são um sector empresarial crescente e importante (10% da economia) assim como a indústria de processamento de leite e o transporte do leite arrefecido desde os agricultores até aos processadores. Normalmente, os arrefecedores de leite recorrem a geradores a gasóleo que consomem quantidades consideráveis de combustível. A SolarPipo identificou uma lista de 7 produtores de leite que mal podem esperar para deixar de utilizar geradores a gasóleo. Além disso, existem pelo menos 100 cooperativas na lista de potenciais clientes, para além de outros intervenientes na cadeia de valor do sector leiteiro.

Rating Promotor: C+

Garantias

Este projeto não tem garantias. No entanto, os sócios da empresa promotora, SolarPipo Finance BV, forneceram Cartas de Conforto.

SolarPipo Finance B.V.

Ativo desde
2020
País fiscal
Países Baixos
Com operações em
Uganda
Indústria
Energias renováveis
Empréstimos GoParity
2
Sobre SolarPipo Finance B.V.

Fundada em 2017, a SolarPipo BV é uma empresa holding Holandesa, com sede em Amesterdão. Os seus acionistas são Ugandeses e duas empresas holandesas - Rockstart BV e Beehaeve. A empresa criou a subsidiária SolarPipo Finance BV que detém a totalidade da SolarPipo Finance Limited no Uganda para gerir os recursos financeiros do grupo. A SolarPipo Finance Limited é responsável por contratar diretamente com as cooperativas leiteiras.

O principal objetivo do grupo é facilitar o acesso a energias renováveis ao setor dos laticínios no país. Para o fazer, a empresa fornece alternativas de energia limpa a geradores de gasóleo que são fiáveis e eficientes em termos de custos aos seus clientes, tipicamente cooperativas leiteiras e agricultores. Os seus serviços respondem a toda a cadeia de valor: do financiamento, ao desenho e instalação das centrais de energia solar, à assistência técnica e manutenção dos equipamentos instalados.

A equipa SolarPipo é composta por 5 pessoas, com uma experiência combinada de mais de 8 anos no setor das energias renováveis, desenvolvimento de produto, gestão, marketing e vendas. O seu principal foco tem sido a gestão de start-ups inovadoras.

O Modelo de Negócio

A indústria de lacticínios no Uganda é uma das mais promissoras em África. O aumento da procura regional de produtos lácteos implica um forte potencial de crescimento. A baixa produtividade em muitos países africanos, como por exemplo na Nigéria, no Gana, e na Tanzânia, deu origem a um vasto número de importações da Europa, e aumenta também o potencial do país para servir a região. Estima-se que cerca de 20 a 40% da produção de leite no Uganda é desperdiçada devido à falta de arrefecimento. As tecnologias solares de refrigeração oferecem uma alternativa fiável que oferece também um potencial de impacto significativo.

O modelo de negócio da empresa tem por base a partilha dos benefícios gerados pela instalação dos painéis fotovoltaicos com os seus clientes (tipicamente cooperativas leiteiras). Sem necessidade de investimento inicial por parte do cliente, o promotor substitui os geradores a diesel por centrais solares, sendo proprietário do equipamento durante os primeiros 5 anos. A mudança para energia solar permite à cooperativa reduzir custos durante o tempo de vida útil das centrais (normalmente 15 a 20 anos). Os custos evitados são depois usados para pagar o empréstimo feito para comprar as centrais solares. Os juros pagos e as taxas de serviço estão alinhadas com os preços locais, fornecendo uma margem razoável para retorno sobre investimento. Além de garantir o financiamento dos projetos, tratar da instalação do equipamento, o promotor mantém-se parceiro da cooperativa durante os primeiros 5 anos, fornecendo serviços de suporte, manutenção e otimização das centrais, com base nos dados de consumo obtidos. O volume potencial de negócios no Uganda é grande.

A mudança para a energia solar permite às cooperativas de reduzir os seus custos ao longo do ciclo de vida das centrais solares (geralmente entre 15 a 20 anos). Os custos poupados são depois usados para reembolsar o empréstimo concedido para a aquisição das instalações solares. Os juros assim como as taxas de serviço cobradas estão alinhados com as práticas locais, proporcionando margem suficiente para uma rentabilidade razoável dos investimentos realizados. Para além de garantir o financiamento dos projetos e a instalação do equipamento, a SolarPipo mantém-se próxima das cooperativas durante os primeiros 5 anos, respondendo a quaisquer dúvidas, otimizando ainda mais a instalação inicial, corrigindo falhas e otimizando o uso através dos dados recolhidos. O volume de projetos disponíveis é elevado sendo que existe um potencial de crescimento viável.

Os produtores de leite alvo são uma seleção de mais de 130 cooperativas na região do sudoeste do Uganda, com uma dimensão média que varia entre 200 e 500 vacas. No futuro, a empresa tenciona fornecer bombas de água seguindo o mesmo modelo.

O promotor acredita no poder do financiamento alternativo no alargamento do acesso a energias renováveis em África.

Trajetória

SolarPipo é atualmente composta por 5 membros com mais de 8 anos de experiência no setor das energias renováveis:

Hashim Mutanje

Mwamed Sizoomu

Flip Goudsmit

Erik Luttjehuizen

Leslie Murungi

A equipa conhece os desafios de levar energia limpa e eficiente a pequenas e médias empresas em África e estão comprometidos com a resolução destes desafios.

Os acionistas holandesas, que detêm a maioria das ações da SolarPipo Finance BV, têm uma experiência combinada de 60 anos de experiência na empresa Rockstart, tendo vasta experiência em smart energy, ventures e start-ups.

As cooperativas de produtores de leite são um sector empresarial crescente e importante (10% da economia) assim como a indústria de processamento de leite e o transporte do leite arrefecido desde os agricultores até aos processadores. Normalmente, os arrefecedores de leite recorrem a geradores a gasóleo que consomem quantidades consideráveis de combustível. A SolarPipo identificou uma lista de 7 produtores de leite que mal podem esperar para deixar de utilizar geradores a gasóleo. Além disso, existem pelo menos 100 cooperativas na lista de potenciais clientes, para além de outros intervenientes na cadeia de valor do sector leiteiro.

Rating Promotor: C+

Garantias

Este projeto não tem garantias. No entanto, os sócios da empresa promotora, SolarPipo Finance BV, forneceram Cartas de Conforto.

Estado dos Pagamentos: Em cumprimento

2020-10-14

Conclusão da instalação dos painéis solares

A equipa técnica termina a instação dos painéis solares, bem como de luzes de segurança no exterior, que permitirão aos vendedores de rua trabalhar durante mais horas.

2020-10-04

Primeiro pagamento

A primeira amortização foi paga a todos os investidores

2020-09-20

Início da instalação dos painéis solares

Preração do local de instalação para instalação dos painéis solares para auto-consumo da Cooperativa leiteira Baitambogwe.

2020-09-02

100% financiado

118 investidores angariaram 48.000€

2020-08-26

Aberto a investimento

Esta campanha irá evitar a emissão de 19,3 toneladas de CO2 por ano e terá um impacto positivo em cerca de 5.000 pessoas

Estado dos Pagamentos: Em cumprimento

2020-10-14

Conclusão da instalação dos painéis solares

A equipa técnica termina a instação dos painéis solares, bem como de luzes de segurança no exterior, que permitirão aos vendedores de rua trabalhar durante mais horas.

2020-10-04

Primeiro pagamento

A primeira amortização foi paga a todos os investidores

2020-09-20

Início da instalação dos painéis solares

Preração do local de instalação para instalação dos painéis solares para auto-consumo da Cooperativa leiteira Baitambogwe.

2020-09-02

100% financiado

118 investidores angariaram 48.000€

2020-08-26

Aberto a investimento

Esta campanha irá evitar a emissão de 19,3 toneladas de CO2 por ano e terá um impacto positivo em cerca de 5.000 pessoas